Quando eu era pequena, nós mudamos de Barretos para Dourados duas vezes. Na primeira vez eu tinha 5 anos e depois, uns 12 anos. Almoço em família na casa da vovó Mariana. Tio João Parassú Borges na cabeceira. Do lado direito, meu pai Lucio Carvalho Costa, meu avô Totó no meio e minha mãe Nilcy Jacinto Costa. Era uma tristeza, pois eu já tinha amigos e uma família grande e alegre demais em Barretos. Meu avô tocava violão; minha avó tocava piano, assim como as tias. Minha mãe sentia muita falta de tudo isso em Dourados. Como meu pai não se importava, queria mais é sossego para trabalhar, ela fez várias viagens para visitar a mãe em Barretos com os três filhos num Fusca. Era muito corajosa, pois me lembro de meu pai encomendando uma carteira de motorista dela pelo telefone. Dourados era terra de ninguém nessa época. Só tinha uma rua asfaltada tão coberta de terra que não se via o asfalto. Sergio Jacinto Costa, eu e minha irmã Patricia que faleceu com 51 anos....
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